Autópsia dos funis Cert. Ômega e Certificação: quem se perdeu, em quanto tempo, por qual motivo, e quanto disso ainda dá pra recuperar.
Antes de qualquer motivo de perda existe um corte anterior: o lead chegou a conversar? Quem só mandou a mensagem pré-preenchida do anúncio e nunca mais escreveu não é o mesmo problema de quem trocou dezenas de mensagens e sumiu. O primeiro é problema de mídia e oferta, o segundo é de atendimento.
Ordenado por volume, um painel por funil. O motivo é escolhido pelo vendedor, com uma exceção: Não responde 1ª mensagem é aplicado pela automação da Entrada, sozinha, depois da cadência inteira sem resposta.
Da criação da oportunidade até a marcação de perda. A concentração à esquerda é perda automática; a cauda à direita é lead que foi trabalhado e não fechou.
Horas entre a última mensagem do lead e o momento em que o card foi para Perda. Mede a paciência real do processo.
Quantas mensagens o lead mandou antes de morrer. Uma mensagem é o texto pré-preenchido do anúncio, e mais nada depois.
Hora do dia em que o lead escreveu pela primeira vez, com a fatia que nunca respondeu depois destacada.
Perdas por dia, os dois funis somados.
Nem toda perda é igual. Esta é a fila, da mais quente pra mais fria, e cada camada baixa em CSV separado.
Todos os leads perdidos do recorte. Filtre e baixe em CSV exatamente o que estiver na tela.
| Lead | Motivo | Vendedor | Entrou | Durou | Msgs lead/equipe |
Silêncio | Valor |
|---|---|---|---|---|---|---|---|
| carregando… | |||||||
Tempo entre a primeira mensagem do lead e a primeira resposta humana. A saudação automática não conta: ela sai em segundos para todo mundo e mascara o SLA real. Abaixo, a taxa de ganho de cada faixa, que é a pergunta que importa: responder rápido converte?
Leads que escreveram alguma coisa além da mensagem do anúncio e nunca receberam uma resposta humana. Não é lead frio: é lead que falou sozinho.
Tudo por dono do card, sempre contra o volume que cada um recebeu. Clique no cabeçalho para ordenar.
As carteiras não nasceram iguais: parte do volume veio de backfill do Ômega e parte do rodízio automático, em períodos diferentes. A tabela serve pra levantar a pergunta, não pra fechar o caso.
Um follow up é uma mensagem humana que sai sem o lead ter escrito desde a última resposta da equipe. Mede insistência de verdade, não volume de mensagem.
Cada dimensão medida nos cards ganhos contra os perdidos, sempre nas primeiras 48 horas de conversa. A janela fixa não é detalhe: a API não expõe quando o card virou venda, só a última edição, então a conversa de pós-venda (comprovante, boas-vindas, grupo) vazava para dentro das métricas de ganho e inflava tudo: a mediana de mensagens humanas dava 48 contra 8, e as palavras "vencedoras" eram bem-vinda e alcateia. Medindo os dois lados na mesma janela, a comparação volta a ser sobre atendimento.
Continua sendo correlação, não causa: conversa que ia bem naturalmente tem mais mensagem. O que a tabela entrega é onde procurar.
Termos usados pela equipe nas primeiras 48h, comparando em quantos por cento das conversas ganhas e das perdidas cada um aparece. Palavra não fecha venda; o que isso mostra é qual assunto a conversa que ganhou chegou a alcançar, e a que assunto a perdida nunca chegou.
Até que etapa o lead chegou antes do desfecho, por vendedor. Chegar longe e perder é um problema; morrer na Entrada é outro.
Cards abertos em que o lead deu sinal de compra (falou de preço, valor, parcelamento) e que estão sem contato há dias. Não é análise, é lista de trabalho pra hoje.